 |
Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, Bebidas e vinhos, à beira do 40
|
|
|
Histórico
01/02/2006 a 28/02/2006
01/01/2006 a 31/01/2006
01/11/2005 a 30/11/2005
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis
|
| |
 |
 |
secas e molhadas |
|
| |
Radar
Não é possível.... Eu devo ter acoplado em algum lugar do meu corpo um radar que faz com que eu procure, no meio de meio mundo, exatamente a pior figura. É impressionante! No começo, até que o cara é gente boa, faz uma gracinha e tal.
Depois com tempo, e não precisa nem de convivência para isso, o cara passa a ser um monstro. Nem digo ogro, porque seria uma ofensa à Shrek e Cia...
Pensem comigo: um homem te paquera há tempos. Um dia, durante uma balada e com algumas cubas, tequilas e caipirinhas a mais, você resolve que já é hora de passar esta história para o plano real. Eis que o cara, faz uma gracinha, pede para subir e conhecer o apartamento.
Você, já com nonas intenções, o autoriza a passar pela porta de entrada. Aí o cara quer conversar... Fala, fala, fala.... Você ali, forte, agüentando tudo e pensando no bônus que receberá depois.
Num ímpeto, você resolve tomar a iniciativa e eis que começa uma noite.... péssima!!! Ruim na cama, ruim no beijo, ruim em tudo... Você faz o que? Está meio bêbada e não dá para mandar o cara, que mora em outra cidade, embora. Agüenta tudo até de manhã, tentando dormir o máximo possível.
No outro dia, você não quer nem saber do cara.... E ele quer explicações! Liga, argumenta.... Você tenta ser educada, diz que o que tinha para rolar já aconteceu, que não está mais interessada e ele, na maior cara-de-pau, vira e fala: “mas você vai jogar a noite maravilhosa que tivemos no lixo? A nossa noite foi perfeita. Eu tenho certeza que foi sua melhor transa!!!”...
É nesta hora que você jura que nunca mais vai ser levada pelo impulso e que nunca, nunca mais, vai beber tanto...
Escrito por Bárbara Bortolin às 01h01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Homem macho!

Homem macho é um ser muito estranho... Principalmente numa caçada. Eles chegam com pose de Rei Leão (barriga para dentro, passo forte e cabeça erguida), sussuram como se fossem o Seu Jorge, inventam frases se achando o Chico Buarque...
O problema é quando você decide que vale a pena perder algumas horas do seu precioso tempo com eles!
Achei muito engraçado quando aconteceu isto comigo há alguns finais de semana. Depois de muito tempo, reencontrei um amigo muito querido, por quem eu sempre tive uma queda, ou melhor, uma avalanche.
Depois de muitas risadas, olhos nos olhos e toques sem querer, ele definiu que já era hora de jogar todo seu charme para cima de mim. Até aí, a coisa estava interessante.
O problema é que este joguinho começou a durar horas e, cá entre nós, o negócio começou a cansar! Como as pré-preliminares estavam demorando muito, resolvi partir para o ataque, deixando bem claro o que eu queria.
Foi aí que eu descobri que basta a mulher mostrar que também está a fim e que, na verdade, ele é que está sendo conquistado, para o grande rei da selva virar um coelhinho.
Foi exatamente o que aconteceu... Quando soube que eu não havia despencado no charminho dele, e sim decidido o que queria desde o início, o moço quase entrou em pânico! Ficou sem fala, sem atitude, sem nada... Só faltou sair correndo.
E eu, que achava que estava fazendo um ótimo negócio em investir neste ex-futuro estepe, descobri que quero na minha vida grande leões, com garras bem afiadas, dentes grandes...
Porque, afinal, quem gosta de coelhinho é a Mônica!
Escrito por Bárbara Bortolin às 23h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Estepes

Depois de muito pensar, cheguei à conclusão de que o que falta nas nossas vidas é estepe! Isso mesmo! Noite fria? Amiga namorando? Final de semana chuvoso? Nada mais é problema ou tristeza quando temos um estepe. E, para isso, basta um telefonema, um e-mail, um papo pelo MSN...
Acredito que a premissa básica do temido “sexo sem compromisso” seja entender que, neste caso, ninguém é usado. Os dois, ou três, ou quatro, estão juntos por um único motivo: prazer. Dar e receber, em todos os sentidos.
Claro que isso não anula a gigante busca por um homem perfeito. Mas, enquanto este Apolo não cai em nossos braços, ou melhor, entre nossas coxas, porque não buscar sexo de qualidade e sem compromisso?
O melhor mesmo são vários estepes. Um para cada dia da semana. Isso impossibilita que um dos dois confunda as coisas e comece a achar que um simples caso virou namoro, compromisso ou posse. O estepe tem que nascer e morrer com um único objetivo: sexo.
O bom é ter uma agenda só para eles. Assim, dependendo do dia e da vontade, podemos escolher o tipo: moreno alto, bonito e sensual; loiro e forte; cabelos curtos ou longos; negro ou asiático; dominador ou dominado; para fantasias ou uma noite básica.
Nos dias de hoje, é muito mais fácil encher uma agenda com estepes do que com futuros pretendentes. Com o tempo, descobrimos que o nosso príncipe encantado virou sapo ou colocou a bruxa no lugar que era nosso. Aí sofremos por dias, meses, às vezes anos.
Com o estepe, não temos este problema! Até mesmo um ex-namorado pode ser rotulado como um. Basta sabermos que o conto de fadas acabou e agora, o que interessa, é um lobo mau por noite...
Mas que lobo mau!
-----------------
Obs.: Gente, sei que estou muito em falta com o nosso Blog. É que precisei de um tempo para refazer minha agenda de estepes... :)
Escrito por Bárbara Bortolin às 23h37
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Benditos feromônios!

Hoje resolvi fazer uma daquelas limpezas que a gente adia de um dia para o outro e vai empurrando para não ter que mexer na papelada acumulada há meses, às vezes há anos. E aí você encontra de tudo um pouco.
Entre o rasga, amassa, picota me deparei com umas anotações numa agenda: José Roberto, 9604-......, sagitariano, 43 anos, dois filhos, artes, esportes. "Quem será este?" me perguntei. Parei com aquele monte de contas e recibos à minha volta e fiquei matutando: será que cheguei a conhecer este cara? Pelas notas parecia ser interessante. Será que desisti sem nem mesmo ter entrado em contato?
Sentada no chão, encostei na parede e fiquei imaginando quem poderia ser. Como não tinha uma descrição física, me pus a imaginar o "candidato": estatura média, cabelos escuros, com alguns fios prateados, olhos castanhos muito expressivos, emoldurados por sombracelhas grossas, dentes branquinhos e um sorriso de criança, mãos grandes com dedos curtos, uma pele morena, meio bronzeada e macia de se acariciar. Com um cheiro natural de macho, aquele que só o inconsciente capta, o dos feromônios? Pois é, assim mesmo. Quando percebi já estava rolando no tapete da sala com ele me beijando, me abraçando e cochichando no meu ouvido. Até música eu ouvi, vocês podem imaginar?
De repente o toque do telefone me tirou daquele idílio e me dei conta que já conhecia o cara. Foi há dois anos, quando num daqueles sites de alma gêmea me deparei com ele e, mas uma vez, lá fui eu para mais um grande encontro. O único problema é que ele não era lá tudo isto que eu estava imaginando. Pelo contrário, era um inconveniente com quem eu marquei um encontro e no qual chegou meia hora atrasado!
Era um psicólogo que devia ter um monte de paranóias e neuroses, porque no instante em que sentou à mesa já foi pegando na minha mão e despejou uns não quero isto, não quero aquilo, "detesto mulher que pega no pé, não quero morar junto", etc. Desfiou um rosário daquilo que "ele" esperava da mulher que quisesse ficar (?) com ele. E eu ali calada e sem dizer nada, totalmente atônita com "aquilo". Mas aí me recuperei do susto e caí fora, não sem antes falar que ele era um cara-de-pau safado. Afinal, a fila tem que continuar andando.
Escrito por Regina Pitta às 23h50
[ ]
[ envie esta mensagem ]
El Zorro

Amigas, se vocês que estão à beira dos 40 e vêm sentindo que o mercado está difícil para arranjar um namorado, seja ele meio ou inteiro, imaginem eu que já passei seis aninhos do quadragésimo aniversário.
Vou contar para vocês um pouco sobre as minhas andanças pelo mundo virtual, que começaram há quatro anos, quando percebi que as idas aos barzinhos e às festas dos amigos já não rendiam uma paquera decente. Preenchi um perfil num desses sites que diz "Basta você clicar aqui, que encontrará a sua alma gêmea" e fiquei aguardando.
Nos primeiros dias recebi diversas mensagens. Oras, se no mundo real não estava dando muito certo, pelo menos no virtual eu tinha convites de homens que queriam me conhecer. Eufórica, imaginava que num universo onde mais de 5 mil pessoas estão cadastradas, entre homens e mulheres, um tinha que ser aquele que eu estava procurando.
Ansiosa por um contato pessoal de primeiro grau, topei marcar um encontro com um dos primeiros que mandou a mensagem. Apesar de querer me contatar com alguém da cidade em que vivo, resolvi arriscar com um cara de Indaiatuba.
Trocamos fotos para que pudéssemos nos reconhecer. Como a que enviei, pedi para que ele me enviasse uma foto que mostrasse o seu rosto. Para começar ele era loiro e eu gosto dos morenos. Mas como quem está na chuva é para se molhar, resolvi não ser tão criteriosa, eu tinha que me abrir à possibilidade que se apresentava. Na foto que enviou ele tinha uma tarja sobre seus olhos. Ele explicou-se dizendo que era uma brincadeira dos amigos e que só tinha aquela. Achei meio estranho, mas fui em frente animada para conhecer aquele que poderia ser um namorado ou um amigo, porque é sempre assim que nós mulheres pensamos, acho que para nos protegermos.
Depois de alguns telefonemas, em que eu liguei, diga-se de passagem, combinamos o local e hora para nos conhecermos. Numa noite de quinta-feira de muito calor lá fui eu para um bar no Cambuí. Caprichei na produção, mas com cautela, como mandam os experts dos sites.
El Tonto
Cheguei ao bar e quando olhei para ele entendi o porquê da tarja nos olhos. Bom, ali acreditei que existiam sapos como nas histórias infantis, mas não seria eu quem iria transformá-lo em príncipe. Sem se dar conta o cara fazia a maior pose de quem estava com a bola toda. Mas ele não ter sequer se levantado para me cumprimentar foi demais. Achei um absurdo, onde já se viu?! Não ligo para cavalheirismo exagerado, mas o mínimo é esperado.
Mesmo decepcionada nos primeiros minutos, o espírito de madre Tereza de Calcutá baixou em mim e resolvi manter uma conversa, sempre pensando: dê uma chance, não seja tão exigente, nem tudo é do que jeito que você espera...
Enquanto rolava o tão esperado encontro, fui percebendo que o cara era um chato, um mala sem alça, cheio de manias, muquirana e sem educação. Resumindo, com a maior sem cerimônia e cheio de graça, ele foi se chegando e tentando me abraçar, enquanto eu me afastava quase caindo do sofá.
Depois de uma interminável hora de total desespero comuniquei ao indivíduo que precisava ir embora. Para completar, como se tudo estivesse correndo às mil maravilhas, ele soltou a célebre frase: "você não gostou de mim?" Foi a gota d’água. Precisava disso, eu pergunto.
Esqueci de dizer, num dos primeiros telefonemas ele disse que o duro de vir até Campinas era ter que pagar o pedágio. Eu devia ter percebido.
Escrito por Regina Pitta às 11h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Mais uma cãpanheira

A partir desta semana mais uma futura blogueira se juntará à nossa turma. Agora seremos quatro jornalistas: Adriana Miranda, Rosana Ramos, Bárbara Bortolin e a recém-chegada Regina Pitta. Se em três éramos demais. Em quatro, seremos insuportáveis. Haja TPM.
Quem conhece a Regina Pitta, seguramente já ouviu comentários sobre a sua fiel companheira. Falar de uma, é quase como falar da outra. As duas podem ser encontradas diariamente passeando pelas praças da cidade. Às vezes, uma no colo da outra. Uma beijando a outra. Ou a outra lambendo uma.
O blog mal começou e já temos dois mascotes: a cã Francis, da Regina Pitta (foto acima); e o cão Jobim, da Adriana Miranda – agora também conhecido como filhão do falso albino, e o único macho do blog (é bem verdade que ele usa lacinho azul na cabeça.... mas nada de preconceitos!).
Rê, mostre a que veio, poste algo logo. Estamos te aguardando.
Escrito por Rosana Ramos às 15h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Gato por lebre

Quinze dias!!!! Amigos reclamam o texto e nada de escrever....Hoje sai..... melhor, entra (no blog). Sempre tive uma queda por negros e eis que à beira dos 40 anos arrumo um. Agora vai, realizei meu mais tenro sonho.
Pra completar a fase ‘tô podendo’, o moço quer namorar. Já até chama Jobim, meu cachorro, de filhão. Nem acredito!!!!! Será que também quer casar??? Xi, tô com medo!!!
Passado o susto, conversas com amigas, resistências, conselhos para não cair fora, deixar acontecer..... Topo a empreitada??? Claro!!!! Quem ousaria recusar??
Dias e dias de chamegos, muito love, amorzinho para cá e lá, até que resolvo colocar o rapaz na roda. Convido para a mesa de um bar. Papo cabeça com amigos ‘intelectuais’.
Conversa vai, conversa vem, conserta o mundo daqui, conserta o mundo dali, e eis que o moço, em meio a um comentário, que nem sei como começou, solta a pérola: “não sou negro”.
Como assim??? Que está acontecendo com o meu “Toni Garrido”. A ficha não quer cair... Branco!!!! Alva já basta eu, penso. A partir daí o papo se concentra na questão racial.
Eu tento argumentar a todo custo com o moço que ele é negro. Os amigos tentam. Nada!!!! Ele apresenta um bando de justificativas para provar que é branco. Diz à certa altura que é “sol demais”. Ele busca em sua árvore genealógica um ancestral europeu.
Ele tanto bate nesta tecla, que confunde dois dos que estão à mesa. Era só o que me faltava, metade dos amigos debanda para o outro lado.
Gente, foi hilário!!! Era um procurando características daqui e outro de lá. Insisto mais um pouco e nada. O moço continua na tese: “sou branco”. Revolta, revolta pura!!!
Que é isso??? Penso, tiraram o pirulito da boca da menina. Passo quase 40 anos tentando arrumar um negro e agora o cara vem com esse blá blá blá.
O choque foi demais para esta mulher!!! Tenro sonho desfeito. Não suportei!!!! Baixou a santa e desfiei o rosário inteiro do politicamente correto em cima do rapaz. Exagerei. Mas quem suportaria, tamanha decepção?
Sem mais o que argumentar, fui embora com o falso “albino” ao meu lado.
Uma semana depois, é ele que foi embora. FIM. Não suportou tantas teorias e pressão. E, eu??? Bom, eu fiquei aqui sem o meu falso “albino” e a certeza de que comprei gato por lebre.
....................
PS: Vou aproveitar o texto para anunciar e fazer o convite à Bárbara Bortolin. Fofa, vem pro blog!!!!! Escreve aí sobre as agruras de quem tem menos de 40 – ela tem 27 aninhos.
Gente, como eu e a Rosana, a Bárbara também é jornalista. Desde o início, combinamos de chamá-la para escrever. A idéia é diversificar, ver como uma mulher com menos de 30, olha as de 40. Então, comemorem!!! Bárbara tá chegando !!!!!
Escrito por Adriana Miranda às 16h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
A angústia do segundo encontro: estou no meu limite

A maioria sempre fica ansiosa pelo primeiro encontro, mas não se dá conta que o segundo é sempre bem pior. No primeiro, você mal conhece o outro. E o outro tão pouco tem idéia de como você realmente é.
O primeiro encontro pode até não ocorrer. Haverá milhares de argumentos para justificar. Já o segundo, se não acontecer, você pode até buscar razões, mas haja auto estima. A rejeição pega pesado.
Você começa a pensar no que teria dado errado no primeiro encontro. Por que ele não gostaria de me ver novamente?
Será que foi o fato de eu ter pedido uma cachacinha? Eu sabia, deveria ter tomado uma água com gás. Afinal, que homem não se assusta em sair com uma mulher que toma cachaça.
Deve ter sido a despedida no carro. Ele percebeu a minha insegurança. Quase o chamei para subir. Mas imaginei... o que ele pensará de uma mulher que transa no primeiro encontro. Seguramente, não haverá o segundo, já dizia a minha mãe.
Que contradição, à beira dos 40, independente, vejo-me tão conservadora. Os tempos mudaram, mas algumas angústias são as mesmas.
Subi sozinha. Não o convidei. Apossei-me de um velho apetrecho e coloquei para vibrar todos os meus desejos reprimidos naquela noite de quinta-feira. Fui dormir acreditando que na próxima vez seria bem mais tranqüilo. O segundo encontro seria melhor.
O dia seguinte. Ligar ou não? Para que demonstrar tamanha ansiedade em uma sexta-feira. Vale a pena um certo charminho. Como eu sempre tomei a iniciativa, desta vez quero ser paparicada, vou esperar. Ele vai me ligar.
Sábado. Ele certamente não ligará. Digo a mim mesma, tentando me convencer. Sair com alguém no sábado à noite é quase assumir que há um compromisso. Ele deve ligar amanhã.
Acordo na manhã de domingo. Já começo a achar que ele é casado. Pessoas comprometidas não ligam no final de semana. Deve ser isto. Por via das dúvidas, passo o dia todo o monitorando pelo MSN. É claro que sempre estou offline. Não vou dar bandeira. Mas que canalha! Porque não me disse que era casado? É isto que dá, conhecer alguém pela Internet. É meio caminho para a enganação.
Segunda-feira. Evidentemente, ninguém ligará numa segunda-feira. É atestar que esperou passar o final de semana. Uma dúvida ainda me consome: já não tenho tanta certeza de que ele seja casado. Deve ter havido algum bom motivo para que ele não tenha entrado em contato. Um acidente talvez.
Flor de maracujá azedo, grito a mim mesma, esperar até terça-feira já é demais. À esta altura, seus amigos começam a perguntar sobre o tal encontro. Nunca mais viu o moço? Não vai ligar para ele? Dá uma ligada! A única coisa que você consegue dizer é: vou esperar só até amanhã. Quarta-feira é o meu limite.
E vou para casa pensando: quem sabe até quinta-feira, quando completará uma semana. Por hoje, vou avançar naquele pote de sorvete que está na geladeira. Assistir A Diarista e dormir. Mas antes dou uma olhada no celular para me certificar de que ele está funcionando.
Escrito por Rosana Ramos às 16h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
O mundo quase aos 40
Depois de tanto contar as nossas agruras à beira dos 40 e reclamar do escasso mercado masculino, fomos estimuladas por um amigo (que só poderia ser gay) a criar um blog.
Peregrinações a bares, casas de amigos, festinhas insossas... que nada! Descobrimos que o mundo virtual pode ser bem mais divertido. Conheça as nossas desventuras, loucuras e contradições.
Adriana Miranda, 39 anos (até agosto do ano que vem), jornalista, vermelhinha; à procura de um meio namorado, porque um inteiro dá muito trabalho.
Rosana Ramos, 39 anos (até 26 de outubro), jornalista, mais vemelha; à procura de um namorado inteiro, porque meio dá muito trabalho.
Escrito por Rosana Ramos às 19h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]

Escrito por Adriana Miranda às 17h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ ver mensagens anteriores ]
|
| |
|
 |
|